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Open Source

Open Source. Termo cunhado por um grupo de hackers para tirar o peso do nome “Software livre”.

Open source is a development method for software that harnesses the power of distributed peer review and transparency of process. The promise of open source is better quality, higher reliability, more flexibility, lower cost, and an end to predatory vendor lock-in.Open Source Institute.

Ouvir essas palavras causa em muitos um certo medo. Tudo bem que a era do capitalismo x socialismo passou, mas, ainda assim, as pessoas acham que quem defende o código aberto é metido ou a nerd ou a revolucionário anti-Microsoft.

Richard Stallman, guru do Open Source.

Tá, eu até sou contra a Microsoft, mas não contra ela em si. Sou contra a atitude daqueles que a tomam como a verdade absoluta e não procuram conhecer outras plataformas e/ou programas que não venham da mesma ou de outras empresas que praticam o proprietary source code, achando que os OSS (open source softwares) são não-confiáveis.
Venho usando o Ubuntu como desktop há um tempo (e só ele), seis meses pra ser mais exato, e por conta disso, toda a sorte de programas de código aberto também. Não tenho do que reclamar. Até agora encontrei tudo (menos um programa a altura do Corel Draw) que eu precisava com relativa (e assustadora) facilidade. Acho que apenas uns dois programas, até agora, eu realmente tive que “meter a mão na massa”. Ou seja, os OSS agora são para usuários comuns e leigos. A maior dificuldade que tive foi resolvida em 5 minutos com um tutorial muito simples achado no sabe-tudo Google.

Deixando o Google para outras postagens, o que quero dizer é:

  1. Programas Open Source são tão confiáveis quanto os não, e as vezes até mais;
  2. Geralmente (leia-se, GERALMENTE) são mais seguros, pois quando uma falha é descoberta, ela é resolvida em menos de uma semana (ok, geralmente) enquanto, tomando novamente a Microsoft como exemplo, que códigos proprietários têm de esperar pelo próximo Service Pack;
  3. São mais adaptáveis. Com isso quero dizer que, usuários um pouco mais curiosos conseguem fazer algumas modificações, ou na estrutura, ou na aparência;
  4. São mais baratos, mais precisamente de graça(!!!), claro que baixar um programa proprietário com o crack também é grátis, mas não é o que recomendamos (?);
  5. Empresas que abrem seus códigos são mais bem quistas pela comunidade nerd, consequentemente deixam de ser alvo dos fanboys (mais seguras, de novo);

Claro que também eu entendo e até encorajo alguém criar um programa proprietário, se você inventa algo super original como isso você tem que patentear. Mas programas comuns como suites de escritório? É melhor abrir o código e deixar que a comunidade o ajude a melhorá-lo, com um baixo custo.Não obstante, é sempre bom informar que :

  1. Opensource significa apenas código aberto, um programa opensource pode ser cobrado. Por si o seu código não pode ser alterado nem distribuído;
  2. Software livre impõe que o código seja aberto já que tem que ser possível altera-lo e distribui-lo por terceiros, com custos acrescidos ou não;
  3. Pode ser software livre e continua a necessitar de ser pago, nem que seja o seu pacote ou suporte;
  4. Opensource não é software livre;
  5. Software livre não é software grátis;
  6. Software grátis não significa que seja opensource nem que tenha licença livre (vide o Windows Internet Explorer) e estes, às vezes, estão atrelados a programas pagos, como o Windows Media Player 11.

Então não tenha medo de experimentar novidades. Só assim você vai saber do que você gosta ou não.
Tá, sou fanboy. Mas não se influencie.

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